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07/02/2018 17h21
Magistrados do MA vencedores do Conciliar é Legal recebem prêmios do CNJ

Dois magistrados do Tribunal de Justiça do Maranhão venceram a 8ª edição do Prêmio “Conciliar é Legal”, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A juíza Ana Beatriz Jorge de Carvalho Maia, da 2ª Vara Cível da Comarca de Imperatriz, e Delvan Tavares Oliveira, da Vara da Infância e Juventude, também da Comarca de Imperatriz, concorreram na categoria Juiz Individual da Justiça Estadual com a Prática 'Mediar para Educar', que promove atividades de mediação de conflitos escolares com estudantes de Imperatriz. O prêmio foi entregue em Brasilia.
 
O presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA), juiz Angelo Santos, parabeniza os juízes Ana Beatriz e Delvan Tavares pela premiação e, principalmente, pelo incentivo de cultura da conciliação e mediação junto às crianças. 
 
De acordo com a juíza Ana Beatriz de Carvalho, a premiação é um importante reconhecimento, que representa o trabalho de todos na execução do projeto. “Dedicamos os méritos às crianças, que foram as protagonistas que nos possibilitaram executar o projeto”, revelou.
 
A prática ‘Mediar para Educar’ tem por objetivo desenvolver ferramentas para o empoderamento dos alunos de escolas públicas na resolução de conflitos e aprimoramento de suas relações de convivência, contribuindo para o desenvolvimento de valores sociais imprescindíveis às crianças e aos jovens, tais como o respeito, a empatia, solidariedade e a responsabilidade social. 
 
“Fomentar a cultura da mediação e conciliação nas escolas pode não somente diminuir as demandas do judiciário, mas principalmente instaurar a pacificação social desde a infância, levando a criança e adolescente a repensar seu papel enquanto indivíduo perante si e todo contexto no qual está inserido”, contou a juíza. 
 
CONCILIAR É LEGAL 
 
Lançado em 2010, o prêmio tem como objetivo identificar, disseminar e estimular ações de modernização na Justiça, sobretudo aquelas que contribuem para a pacificação de conflitos. Pode participar do Prêmio os tribunais, magistrados, instrutores de mediação e conciliação, instituições de ensino, professores, estudantes, advogados, usuários, empresas ou qualquer ente privado, mediante a apresentação de práticas autocompositivas executadas individualmente ou em grupo.


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